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Sou Isadora, agrônoma e mestre em Agroecossistemas. Nasci na fronteira entre Brasil e Uruguai e carrego dessa origem um olhar atravessado por diferentes culturas, paisagens e formas de viver.
Desde 2012, caminho junto a agricultoras, agricultores e coletivos, construindo experiências em agroecologia, extensão rural e sistemas alimentares.
Entre o rural e o urbano, no Brasil e na América Latina, meu trabalho passa por conectar pessoas, saberes e territórios para transformar experiências em reflexões e ações coletivas.
A escrita e a fotografia são formas que encontrei para narrar, registrar e compartilhar esses caminhos.

Transformo histórias e saberes dos territórios em narrativas agroecológicas.
Facilito processos e sistematizo experiências para dar visibilidade aos saberes e práticas, ampliando as transformações e criando novas conexões.

Reconhecer e fortalecer o papel das mulheres rurais na produção de alimentos saudáveis e na resistência aos sistemas opressores do campo, valorizando sua autonomia e protagonismo como guardiãs da vida.

Busco tecer narrativas que conectam comida e território valorizando práticas coletivas e emancipatórias.
Aqui, o alimento tem origem, memória, afeto e representa a cultura viva dos povos.

Agroecologia é um caminho capaz de redesenhar os fluxos em que o alimento de verdade chega aos nossos pratos, promovendo saúde e justiça social e climática.

Vivencio agroecologias plurais e costuro ideias com palavras-imagens
Conto o que vejo, semeio o imaginário
Ao contar, teço memórias e celebro a ciclicidade do tempo.

Nas andanças a campo, vivencio histórias que me comovem e que revelam o pouco que pensamos sobre o que o rural reserva. Muitas vezes não conectamos nosso prato com o campo, nem com os caminhos que o alimento percorre até chegar à nossa mesa. A agroecologia aparece, nesse contexto, como um desabrochar e uma virada para muitas histórias de vida, ao fortalecer a organização coletiva e cuidar da saúde dos territórios e dos corpos entrelaçados (do solo, das águas, das plantas, dos animais e das pessoas). A escolha pela transição agroecológica muitas vezes nasce de eventos críticos e problemas de saúde provocados pelo modelo convencional de produção, tornando-se uma necessidade para seguir existindo e uma possibilidade de reconstruir outras formas de relação com a vida.
Biblioteca compartilhada
Aqui compartilho parte da minha produção: textos, artigos e trabalhos científicos construídos em parceria com pessoas especiais que fizeram e fazem parte da minha trajetória.
Produções que atravessam temas como agroecologia, sistemas agroalimentares, comercialização, juventudes rurais e alimentação. Sempre em diálogo entre a pesquisa e a prática.
Resumo em Congresso
Cartilha























